quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Namorar

Quem namora agrada a Deus. Namorar é a forma bonita de viver um amor.


Não namora quem cobra nem quem desconfia.


Namora, quem lê nos olhos e sente no coração as vontades saborosas do outro.


Namora, quem se embeleza em estado de amor. A pele melhora, o olhar com brilho de manhã.
 
Namora, quem suspira, quem não sabe esperar, mas espera, quem se sacode de taquicardia e timidez diante da paixão.

Namora, quem ri por bobagem, quem entra em estado de música da Metro, quem sente frios e calores nas horas menos recomendáveis.

Não namora quem ofende, quem transforma a relação num inferno, ainda que por amor. Amor às vezes entorta, sabia? E quando acontece, o feito para bom faz-se ruim.
Não namora quem só fala em si e deseja o parceiro apenas para a glória do próprio eu. Não namora quem busca a compreensão para a sua parte ruim. O invejoso/a não namora. Tampouco o violento!
Namorados que se prezam têm a sua música. E não temem se derreter quando ela toca. Ou, se o namoro acabou, nunca mais dela se esquecem.
Namorados que se prezam gostam de beijo, suspiro, morderem o mesmo pastel, dividir a empada, beber no mesmo copo. Apreciam ternurinhas que matam de vergonha fora do namoro ou lhes parecem ridículas nos outros.
Namora, quem começa a ver muito mais no mesmo que sempre viu e jamais reparou. Flores, árvores, a santidade, o perdão, Deus, tudo fica mais fácil para quem sabe de verdade o que é namorar.
Por isso só namora quem se descobre dono de um lindo amor, tecido do melhor de si mesmo e do outro.
Só namora quem não precisa explicar, quem já começa a falar pelo fim, quem consegue manifestar com clareza e facilidade tudo o que fora do namoro é complicado.
Namora, quem diz: "Precisamos muito conversar"; e quem é capaz de perder tempo, muito tempo, com a mais útil das inutilidades e pensar no ser amado, degustar cada momento vivido e recordar palavras, fotos e carícias com uma vontade doida de estourar o tempo e embebedar-se de flores astrais.
Namora, quem fala da infância e da fazenda das férias, quem aguarda com aflição, o telefone tocar e dá um salto para atendê-lo antes mesmo do primeiro trim.
Namora quem namora, quem à toa chora, quem rememora, quem comemora datas que o outro esqueceu. Namora quem é bom, quem gosta da vida, de nuvem, de rio gelado e de parque de diversões.
Namora quem sonha, quem teima, quem vive morrendo de amor e quem morre vivendo de amar.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Estar Apaixonada

É viver


Parada no tempo,

escutando o vento…

Buscando palavras;

rindo do nada,

sonhando acordada…

Estar apaixonada:

Suspirar calada…

Esquecer as horas…

Brigar com a memória,

recomeçando a história…

Estar apaixonada:

É dar razão a paixão,

sentindo emoção…

É doar sentimento,

Desejando o momento…

É recomeçar a qualquer agora,

sem deixar a esperança ir embora…

Estar apaixonada:

É fazer da felicidade um eterno sonho,

como se mais nada tivesse sentido…

É escrever poesia com toque de magia,

transpirando alegria…

Estar apaixonada:

É simplesmente acreditar que a paixão é a mais pura essência do amor…

A seiva que alimenta o coração, revovando a vida a cada manhã…



Renata Saturnino


Libriana Romântica!

Ofereça libras pelos meus pensamentos


Meus desejos e ensejos

Minha paixão enlouquecida

Indecisa? Não avaliadora de atos.

Voraz, tímida, direta, apaixonada, decidida.

Uso meus dotes com classe e muito erotismo

Diferencio amor de ardor.

De quente a frio mudo quando substimada

E quando gritas, me ofendes.

Rispidez e frieza, não comungam comigo

Meu sorriso é de sinceridade e satisfação

Nunca serão de falsidade.

Minha lealdade e verdade é minha justiça

Meu amor alimenta, nutre, possui sem se deixar possuir.

Não insisto, entrego-te ao mundo.

Mais trago pra ti o melhor do meu mundo

Todas as riquezas que puder te dar.

O carinho mais fiel, o banho mais gostoso

O beijo mais intenso, o toque de veludo quente e promissor.

A ternura no corpo.

Poesia na nuca como uma harpa que soa os ouvidos.

O cheiro mais doce e exótico

Beijo-te, toco-te, o corpo como se quisesse possuir sua alma.

Mordisco sua pele, seus lábios que molhados pela minha língua tremem.

O carinho do meu toque contrasta com a força do teu abraço

Pacientemente deito sob teu peito ouvindo as batidas do seu coração.

Meu amor não te possui, mas te deixa solto para seguir.

Para que depois possas voltar e bater ás portas do meu coração.

Quando amo, dou-te as chaves de todas as portas que dão acesso ao meu coração.

Se um dia te odiar fecharei até as portas do pensamento.

Elas nunca mais se abriram e como num labirinto te confundirás.

Então, meu encanto romântico se desfaz e a outro amor irei me dedicar.



Malu Freitas

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Equações...

porque quando estamos bem, os problemas são pequenas partículas de pó que facilmente varrerei. mas quando estamos mal, os mesmos tornam-se equações impossíveis de resolver.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Medo de Estar Apaixonada!

Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha.


Você tem medo de já estar apaixonada.

Só!

Nessa idade a oportunidade ja não cai no colo! Sei que eu me enrolo com tanto projeto pendente... Ah se eu soubesse como é osso ser independente. Depender de gente que nem sente o mesmo amor que eu! Ter que pedir por favor, pelo amor de Deus... Ou de quem diz que ta lá e vem pra me ajudar mais bem na hora H nem adianta procurar!


Sabe cobrar mas não sabe como tem que andar, sabe acelerar mas não consegue me acompanhar.. E quem corre, quando corre ninguém socorre! But i gotta go yoo, gotta flow so sorry! Fui pra ver se flui, se der espero lá na frente, tem muito pensamento inundando a minha mente! E o ditado quem quer faz, quem não quer manda.. E eu tenho que tropeçar pra aprender como se anda!



(...)



Agora sou só, eu minha culpa, meu mérito... quem que vai receber toda critica ou crédito? Cérebro não tava preparado pra isso não e agora já não sabe o que e como diz pra mão. Escreva, expresse o que o coração sente, inspiração na frustração infelizmente. Mas eu sigo em frente não quero que tenham dó de mim, talvez seja melhor que eu me mantenha só assim, por um tempo pra poder refletir, repensar, se é melhor desistir, será que vai compensar, é recorrente, deprê do rap de costume! Me fecho no meu mundo e aumento o volume do som! Assim eu me recordo dos motivos que eu tenho pra ficar e me manter sendo positivo. Nem sempre tudo sai do jeito que agente almeja, mas eu continuo até o fim mesmo que seja...


(...)


Auto suficiência, ânimo, paciência. Só experiência não garante eficiência! Inspiração, visite-me; Frustração, evite-me; Paz me acompanhe; Cobrança não irrite-me; Concentração; Mente, Corpo são. Mais convicção e menos excitação!

Mão na massa, nada vem de graça. Se eu não fizer por mim não há quem faça! O tempo passa eu não posso esperar pra me superar, me preparar para o que vem, me recuperar, saber me virar com o que tem!

Não me comparar, nunca copiar de ninguém. Eu nao vou parar, eu quero mais e mereço! Achei que fosse o fim, é só um novo começo!
Os problemas do mundo não estão no mundo, mas dentro de nós mesmos. Assim acontece com aqueles que se sentem inferiores aos demais: acusam-se por defeitos que ninguém conhece e reprova aquilo que as pessoas admiram. Quem não se ama não consegue passar uma imagem positiva para o próximo e vive o tempo inteiro se condenando por não se aceitar do jeito que é.





Verdade seja dita: você pode estar com as melhores e mais caras roupas da vitrine ou coberto de joias, mas se sua estima não estiver em dias nada disso valerá. A imagem que você emitirá para as pessoas é de um ser fracassado – até o seu jeito de andar fica meio atrapalhado.
Digo isso por experiência própria. Durante muito tempo fui vítima da síndrome do patinho feio. Vivia aplaudindo todos, menos a mim mesmo. Admirava os inteligentes, ficava boquiaberto com os vencedores; sem saber eu que poderia desenvolver meus dons e talentos para chegar a excelência também. Acordei a tempo de sair deste estágio de “coitadismo” para alcançar a autoestima necessária para ser quem hoje eu sou.
Não é fácil livrar-se de um complexo, seja ele qual for. Comumente somos levados a crer que as pessoas reprovarão quando decidirmos tomar uma atitude e modificar nosso jeito de ser. Quem está acostumado com pouco quase sempre fica com medo de partir para o muito. É normal. Só não dá para estagnar ai. Enquanto não tomarmos a decisão de cuidar da nossa vida (sem se importar com o que os outros pensarão ou falarão), nenhuma mudança se revelará.
Mas o que é mesmo esta tal de autoestima? É um sentimento de enxergar-se por igual. É olhar para si e aprovar tudo o que você é sem se comparar a ninguém. É ter a coragem de sair de casa, ir a uma festa, falar com os amigos e enfrentar os olhares daqueles que passarão pelo caminho. O mais interessante desta história toda é que, se tratando de um sentimento, a autoestima pode perfeitamente ser desenvolvida a qualquer época da vida. Nunca é tarde para parar de pensar mal sobre si mesmo.
Olho para trás e vejo quanta coisa boa perdi, simplesmente por ter criado uma falsa imagem de mim. Achei defeitos onde não havia e vivi muito tempo sem criticar meus pensamentos negativos. O problema não estava no mundo, mas em mim mesmo. Criticava as pessoas por imaginar o que elas estavam pensando de mim (olhe que coisa sem graça: vivemos o tempo inteiro tentando imaginar o que os outros pensam a nosso respeito, como se isso importasse para algo) e não me permitia agir naturalmente, do jeito como a vida deve ser.
A alto-estima faz milagre na vida de qualquer um. Não faz a pessoa sentir-se melhor ou pior do que ninguém, ao contrário, nos torna mais humanos à medida que começamos a enxergar as pessoas por igual, sem descriminar aqueles que nos parecem estranhos. Onde faltou o amor, podemos concluir que faltou uma pitada de alto-estima para irrigar a relação.
Ainda dá tempo. Conselho de amigo. Reveja suas atitudes e seja sincer@ em responder: você se ama de verdade? Qual a imagem que você passa quando está próximo de alguém desconhecido? Você tem tido tempo para enumerar suas qualidades e crescer com seus defeitos? A sinceridade consigo mesmo é o primeiro passo para curar-se de uma baixo-estima. O segundo - e talvez o mais difícil – é ter a coragem de agir diferente, enfrentando os “monstros” que estão na nossa cabeça e se permitir ser você onde quer que você esteja. Possível é, só resta começar.